Caetano Veloso, Paulo Renato Souza, Marco Aurélio Cunha, Paulo Delgado, Carlos Alberto Sardenberg e Gabriel Chalita têm em comum o fato de serem "dândis" do Terceiro Milênio -- cada um à sua maneira e por interesse variado. Os seis não são os únicos; são apenas os "primeiros" de uma lista que agrupa ainda o "dândi desconhecido" -- mantido em sigilo por ser amigo e certamente por desconhecer o significado da "palavra temporão". Aos "dândis, que é o que importa...
CAETANO VELOSO -- É o "dândi anarco-filatelista". Há uma década e meia faz gracinha para a "raspa de feira" do que restou de uma aristocracia européia chinfrim. Ainda não definiu se é "neguinha", como na letra da música, ou "branquinha", como o iate de um milhão de dólares -- o que, de resto, não tem a menor relevância. É "antenado": descobriu algo que nem o ex-professor que se tornou ex-presidente nem Nizam Ganaes imaginava: que o ex-operário que está para se tornar ex-presidente é analfabeto. Levou um "esporro" da mãe e -- "dândi obediente" -- enfiou a viola e a língua no saco. Vamos ver se vai parar de pedir apoio à Lei Rouanet para montar shows aos quais nem professor da rede privada pode pagar para assistir.
PAULO RENATO SOUZA -- É o "dândi-desavisado. O ex-reitor parece um menininho de doze anos assustado ao ser flagrado pela mãe quase no fim da masturbação. O falido vendedor de vinhos -- enónogo é algo muito diferente, que o diga o Renato Machado --repete como um filho de gepetto o mantra de que auxiliares de políticos -- no caso dele serviçal vai melhor -- têm que ser técnicos. Também é descobridor de algo que nem Marx desconfiava: que greve é política. Bem que podia calar a boca -- ou enchê-la de Sangue de Boi e permanecer em porre eterno.
MARCO AURÉLIO CUNHA -- É o "dândi-boca de aluguel". Médico e superintendente de futebol do São Paulo Futebol Clube, se presta a falar as bobagens que os cartolas tricolores ficam vexados de falar. Ele, não; do alto de seu tamanho, fala qualquer bobagem sem pejo nem pudor. Como não tem vergonha de falar bobagem -- mesmo sendo médico -- foi para a carreira política. Ainda não sabe com quantos paus se faz uma canoa.
PAULO DELGADO -- É o "dândi-tabuleta". Ex-deputado Federal eleito pelo PT/MG negou a origem ao se notabilizar como "fazedor de frases pueris" para a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo. Pagou preço caro: talvez nem a família saiba hoje o paradeiro dele. Deve estar em alguma sinecura, com a cara de anjo, cabelo cacheado e a pança ganha depois de eleito e reeleito...
CARLOS ALBERTO SARDENBERG -- É o "dândi bumbum de bebê" -- título conquistado depois de disputa renhida com o "dândi-tabuleta". Cortesão do ex-professor que se tornou ex-presidente, ganhou o direito de aprender a fazer rádio e tevê depois dos cinquenta anos. É autor de uma das maiores bobagens do "jornalismo pátrio": num momento em que os papéis brasileiros valiam tanto quanto os comentários econômicos dele -- nada -- mostrou preocupação social rara para um "babalaô econômico": "As velhinhas estão preocupadas. O "Bumbum de bebê" referia às velhinhas norte-americanas que haviam comprado os tais papéis brasileiros. "Bumbum de bebê" não deve lembrar que entrou na TV no Aqui e Agora -- e não na fase em que o programa do SBT levou a Globo a mexer até na captação de imagens.
MARCELO ROSSI -- É o "dândi do Santo Ofício". Não carece explicação. Basta uma palavra: hipócrita.
"DÂNDI DESCONHECIDO" -- É O "dândi atávico" -- e ele nem deve saber o que atávico significa.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
"O tamanho do orgulho" -- ou o "gigante" Miguel Jorge
Já é História: poucos brasileiros podem dimensionar -- sem tê-lo tido -- o que é o Poder como o ministro Miguel Jorge. Tudo bem que Miguel Jorge já foi "chefão" no jornal Estado de São Paulo; tudo bem que Miguel Jorge já foi vice-presidente corporativo da Auto Latina; tudo bem que Miguel Jorge já foi vice-presidente do Banco Santander. É pouco, pouquíssimo -- será que cabe "quase nada"? -- diante do que o ex-operário hoje presidente da República concedeu a Miguel Jorge viver muito recentemente. Não o conheço, mas sei que ele é jornalista simples -- por relatos brevíssimos de duas pessoas que privaram da amizade dele: os também jornalistas Neusa Rocha e Marcos Wilson.
Não o conheço nem sei se Miguel Jorge é/foi "de esquerda" -- mas sei que é do tempo em que até entre jornalistas referia-se aos "estadunidenses" como "gringos". Pois não é que outro dia mesmo Miguel Jorge viveu situação mais que rara para um brasileiro: receber "estadunidenses" bravos como "texanos bêbados" por conta de uma vitória "pequeninha" do "ex-quintal" sobre os Estados Unidos da América do Norte. É encrenca grande como o bigode que acompanha Miguel Jorge há anos. Envolve dinheirama que prefiro nem referir; envolve política de governo, de lá e de cá. "Os gringos" estavam bravos como "texanos bêbados" -- mas não estavam armados nem com a empáfia habitual. Os dedos não apertavam gatilhos; "tamborilavam" acordos para diminuir a vitória "pequeninha" do ex-quintal. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro nem tenha se sentido "grande".
Tão grande quanto aparece na foto da capa da Folha de São Paulo desta quarta-feira,14 de abril de 2010. A manchete informa que "Obama ignora Lula e pede sanções imediatas ao Irã". Mas a capa do jornal não contempla nem um 3x4 de Obama; quem aparece -- todo pimpão com a camisa da seleção -- é ele, Miguel Jorge. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro nem tenha se sentido "grande".
Intelectuais verdadeiros e falsos e dândis de matizes variados a-do-ram citar que "o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas". É legítimo, como "chorar na rampa"... Não conheço Miguel Jorge, mas cobro que volte "às pretinhas". Miguel Jorge tem um que escrever o que e como um brasileiro simples como ele se sentiu diante dos "estadunidenses bravos como texanos bêbados -- mas certamente cordatos como todos os bêbados servis -- e do homem que -- lá da Pérsia -- toma de Obama, com ele, Miguel Jorge, o espaço do presidente dos Estados Unidos na capa do jornal do "ex-quintal".
Não conheço Miguel Jorge, mas imagino que o texto dele tenha refinamento o bastante para ser publicado na Revista Piauí, porque -- também é legítimo, como "chorar na rampa" -- nem todos os canalhas têm o nacionalismo como último refúgio. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro.
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
Não o conheço nem sei se Miguel Jorge é/foi "de esquerda" -- mas sei que é do tempo em que até entre jornalistas referia-se aos "estadunidenses" como "gringos". Pois não é que outro dia mesmo Miguel Jorge viveu situação mais que rara para um brasileiro: receber "estadunidenses" bravos como "texanos bêbados" por conta de uma vitória "pequeninha" do "ex-quintal" sobre os Estados Unidos da América do Norte. É encrenca grande como o bigode que acompanha Miguel Jorge há anos. Envolve dinheirama que prefiro nem referir; envolve política de governo, de lá e de cá. "Os gringos" estavam bravos como "texanos bêbados" -- mas não estavam armados nem com a empáfia habitual. Os dedos não apertavam gatilhos; "tamborilavam" acordos para diminuir a vitória "pequeninha" do ex-quintal. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro nem tenha se sentido "grande".
Tão grande quanto aparece na foto da capa da Folha de São Paulo desta quarta-feira,14 de abril de 2010. A manchete informa que "Obama ignora Lula e pede sanções imediatas ao Irã". Mas a capa do jornal não contempla nem um 3x4 de Obama; quem aparece -- todo pimpão com a camisa da seleção -- é ele, Miguel Jorge. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro nem tenha se sentido "grande".
Intelectuais verdadeiros e falsos e dândis de matizes variados a-do-ram citar que "o nacionalismo é o último refúgio dos canalhas". É legítimo, como "chorar na rampa"... Não conheço Miguel Jorge, mas cobro que volte "às pretinhas". Miguel Jorge tem um que escrever o que e como um brasileiro simples como ele se sentiu diante dos "estadunidenses bravos como texanos bêbados -- mas certamente cordatos como todos os bêbados servis -- e do homem que -- lá da Pérsia -- toma de Obama, com ele, Miguel Jorge, o espaço do presidente dos Estados Unidos na capa do jornal do "ex-quintal".
Não conheço Miguel Jorge, mas imagino que o texto dele tenha refinamento o bastante para ser publicado na Revista Piauí, porque -- também é legítimo, como "chorar na rampa" -- nem todos os canalhas têm o nacionalismo como último refúgio. "Duvideódó" que Miguel Jorge não tenha sentido orgulho de ser brasileiro.
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
sexta-feira, 26 de março de 2010
"Vai "pra" casa, Paulo Renato...
Ex-reitor da Unicamp, o secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, bem que podia ficar de boca fechada -- ou ir para casa. Como é que o "tipo" tem a cara de pau de dizer que a greve dos professores "é política". É mesmo?, ex-vendedor de vinhos -- e não enólogo, algo diferente. E tem greve não política, "professor"? Será que o ex-reitor esqueceu que o cargo ocupado por ele é político? Será que o ex-reitor esqueceu que estava no mais sonoro e transparente ostracismo depois de falir como vendedor de vinhos quando -- por razões políticas -- foi posto no cargo atual?
Com todo o respeito, mas por respeito, informo que Paulo Renato Souza acaba de ingressar -- também por razões políticas, é claro -- na lista de "Dândis do Terceiro Milênio". Um pouco "passado da idade", mas dândi que é dândi nunca perde o jeitinho. Cala a boca, secretário... Ou volta a tentar a sorte como vendedor de vinhos...
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
Com todo o respeito, mas por respeito, informo que Paulo Renato Souza acaba de ingressar -- também por razões políticas, é claro -- na lista de "Dândis do Terceiro Milênio". Um pouco "passado da idade", mas dândi que é dândi nunca perde o jeitinho. Cala a boca, secretário... Ou volta a tentar a sorte como vendedor de vinhos...
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
quarta-feira, 24 de março de 2010
"Pelo tamanho do charuto"...
Será que Freud explica o "tamanho do charuto" que o vice e quase governador de São Paulo, Alberto Goldman, ostenta entre os dedos em foto na página dois do caderno Ilustrada, da folha desta quarta-feira/24 de março? Será que Goldman traga? Será que Goldman "vi fumar em palácio"? E se ele cair do salto? Pelo tamanho do charuto, a queimadura pode ser profunda.
Qual será "a grife" do charuto do vice e quase governador? Quanto custará cada "unidade"? Quantos professores -- tanto faz se da rede Pública ou privada -- têm dinheiro o bastante para comprar um -- só um deste charuto? onde será que o Goldman estava? Onde será que o Goldman vai bater a cinza do charuto dele? Será que o Goldman fuma o charuto até o fim? Ou será que o Goldman dá "umas" baforadas e joga o charuto fora?
Saravá, vice e quase governador de São Paulo.
Saudaçõe4s guanabarinas e rubro-negras
Qual será "a grife" do charuto do vice e quase governador? Quanto custará cada "unidade"? Quantos professores -- tanto faz se da rede Pública ou privada -- têm dinheiro o bastante para comprar um -- só um deste charuto? onde será que o Goldman estava? Onde será que o Goldman vai bater a cinza do charuto dele? Será que o Goldman fuma o charuto até o fim? Ou será que o Goldman dá "umas" baforadas e joga o charuto fora?
Saravá, vice e quase governador de São Paulo.
Saudaçõe4s guanabarinas e rubro-negras
segunda-feira, 22 de março de 2010
" Bala perdida" {???} é o cacete
Estou de "saco cheio" de ler e ouvir gente letrada e gente que estudou escrever e falar esta expressão. A que será que se destina uma bala que sai de uma arma depois que uma pessoa aperta o gatilho da arma? Como chamar "bala perdida" um projétil fabricado para matar -- e que mata? É "quase tudo", menos exatamente "bala perdida". Um toque aos letrados que estudaram: " de cara", o uso da expressão chancela a impossibilidade de responsabilização do crime -- que é disto de que trata, "caras-pálidas". e crime tem que ter autor/autoria, gente hipócrita...
Muitas vezes -- para não ser leviano no "quase sempre" -- a bala que atingiu o seu objetivo único e final sai de tiroteio entre policiais e "suspeitos". À "vaca-fria, então, gente letrada e gente que estudou: tanto faz se a bala criminosa saiu de arma disparada por policial ou por "suspeito"; a responsabilidade é do Estado. Desde que a expressão "caiu na mídia", as balas feitas para matar -- e que matam -- já mataram um exército de "brasileirinhos". Crianças sentadas em lanchonetes de ruas que o Estado tem obrigação de cuidar; crianças sentadas em escolas "públicas"{???}; crianças sentadas em bancos de quintais de casas " etc e tal"... Não eram "crianças-mulheres" nem "crianças-negras/índias. Eram, agora, sim -- em sua grande maioria -- crianças filhas de gente pobre.
Muitas vezes -- para não ser leviano no "quase sempre" -- a bala que atingiu o seu objetivo único e final sai de tiroteio entre policiais e "suspeitos". À "vaca-fria, então, gente letrada e gente que estudou: tanto faz se a bala criminosa saiu de arma disparada por policial ou por "suspeito"; a responsabilidade é do Estado. Desde que a expressão "caiu na mídia", as balas feitas para matar -- e que matam -- já mataram um exército de "brasileirinhos". Crianças sentadas em lanchonetes de ruas que o Estado tem obrigação de cuidar; crianças sentadas em escolas "públicas"{???}; crianças sentadas em bancos de quintais de casas " etc e tal"... Não eram "crianças-mulheres" nem "crianças-negras/índias. Eram, agora, sim -- em sua grande maioria -- crianças filhas de gente pobre.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Isto é democracia?
Oito anos de governo comandado por um ex-professor e oito anos de governo comandado por um ex-operário. Dezesseis anos de "democracia". Será mesmo, gente que faz parte de uma parte minúscula da sociedade? Refiro a gente que vive nos e dos gabinetes e ante-salas dos profissionais da política -- profissão que dá aposentadoria depois de dois mandatos, ou oito anos. Como assim, democracia?
Que democracia é esta, gente, que nem depois de dezesseis anos de governos ditos "democráticos" -- quase um quinto de século num país de cinco séculos -- o Estado paga o que deve a quem o sustenta? Refiro os precatórios. Alguém aí sabe dizer quantos são os brasileiros engambelados pelos precatórios? Temos precatórios municipais, estaduais e federais. Eu só sei que não é democrático o Estado demolir casa e não pagar o que se comprometeu para garantir a demolição -- quando a demolição não se torna simplesmente destruição por erro técnico de terceiros contratados pelo Estado e pago com dinheiro de quem teve a casa destruída. Neste caso, estão os brasileiros vítimas do erro técnico na obra do Metrô de São Paulo -- para citar um dos casos mais recentes. O erro resultou numa cratera que engoliu construções e gente. Será que o Estado já pagou o que deve para todos? Duvideodó... Há precatórios "pendurados há mais de vinte anos". Alguém aí sabe dizer quantos são os brasileiros já mortos e enterrados com precatórios de um Estado guloso na coleta de impostos como poucos? Como assim, democracia?
Cadê a Ordem dos Advogados do Brasil? Por quê a OAB não lidera campanha nacional pelo pagamento dos precatórios -- de todos os precatórios? Cadê o Suprtemo Tribunal Federal? Por quê o STF não submete -- sim, submete -- o Estado -- os três níveis de Estado -- a pagar os precatórios devidos? Com todo o respeito, mas por respeito cidadão e democrático, bem que o presidente do STF poderia se empenhar em submeter o Estado a pagar os precatórios devidos -- todos os precatórios. Faria muito mais politicamente pela democracia da República do que -- por quê não? -- bater-boca sobre política com o ex-operário que hoje está presidente.
Que democracia é esta, gente, se depois de dezesseis anos de governos ditos "democráticos" chefiados na primeira metade por um ex-professor e na segunda por um ex-operário não temos um meritíssimo que tenha filho, neto, bisneto, sobrinho matriculado numa Escola Pública? Será que temos filho, neto, bisneto, sobrinho de ministro de Estado numa Escola Pública? Vale o mesmo para secretários de estado, deputados federais, senadores. Todos falam o tempo todo em melhorar a qualidade do ensino público. Sim, gente: para o salário dos professores nunca há dinheiro -- porque verba é eufemismo. De fato, hoje, chamar de "salário" o que o Estado -- nos três níveis -- paga para os mestres chega a ser " ironia de dândis do terceiro milênio". Se esta gente colocar filhos, netos, bisnetos, sobrinhos na Escola Pública a qualidade do ensino "periga" melhorar em um único ano -- e sem que o Estado gaste sequer com salário dos mestres -- se é que me entendem. O escrito nas doze linhas deste parágrafo vale " tim-tim-por tim-tim" para a Saúde Pública.
Que democracia é esta, gente, se a República tem "castas"?
"Na buena" -- e como diria o ex-professor que tem "um pé na cozinha", a "ladainha da democracia" não passa de rematado "nhém-nhém-nhém". O "buraco" da Democracia é muito mais embaixo.
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
Que democracia é esta, gente, que nem depois de dezesseis anos de governos ditos "democráticos" -- quase um quinto de século num país de cinco séculos -- o Estado paga o que deve a quem o sustenta? Refiro os precatórios. Alguém aí sabe dizer quantos são os brasileiros engambelados pelos precatórios? Temos precatórios municipais, estaduais e federais. Eu só sei que não é democrático o Estado demolir casa e não pagar o que se comprometeu para garantir a demolição -- quando a demolição não se torna simplesmente destruição por erro técnico de terceiros contratados pelo Estado e pago com dinheiro de quem teve a casa destruída. Neste caso, estão os brasileiros vítimas do erro técnico na obra do Metrô de São Paulo -- para citar um dos casos mais recentes. O erro resultou numa cratera que engoliu construções e gente. Será que o Estado já pagou o que deve para todos? Duvideodó... Há precatórios "pendurados há mais de vinte anos". Alguém aí sabe dizer quantos são os brasileiros já mortos e enterrados com precatórios de um Estado guloso na coleta de impostos como poucos? Como assim, democracia?
Cadê a Ordem dos Advogados do Brasil? Por quê a OAB não lidera campanha nacional pelo pagamento dos precatórios -- de todos os precatórios? Cadê o Suprtemo Tribunal Federal? Por quê o STF não submete -- sim, submete -- o Estado -- os três níveis de Estado -- a pagar os precatórios devidos? Com todo o respeito, mas por respeito cidadão e democrático, bem que o presidente do STF poderia se empenhar em submeter o Estado a pagar os precatórios devidos -- todos os precatórios. Faria muito mais politicamente pela democracia da República do que -- por quê não? -- bater-boca sobre política com o ex-operário que hoje está presidente.
Que democracia é esta, gente, se depois de dezesseis anos de governos ditos "democráticos" chefiados na primeira metade por um ex-professor e na segunda por um ex-operário não temos um meritíssimo que tenha filho, neto, bisneto, sobrinho matriculado numa Escola Pública? Será que temos filho, neto, bisneto, sobrinho de ministro de Estado numa Escola Pública? Vale o mesmo para secretários de estado, deputados federais, senadores. Todos falam o tempo todo em melhorar a qualidade do ensino público. Sim, gente: para o salário dos professores nunca há dinheiro -- porque verba é eufemismo. De fato, hoje, chamar de "salário" o que o Estado -- nos três níveis -- paga para os mestres chega a ser " ironia de dândis do terceiro milênio". Se esta gente colocar filhos, netos, bisnetos, sobrinhos na Escola Pública a qualidade do ensino "periga" melhorar em um único ano -- e sem que o Estado gaste sequer com salário dos mestres -- se é que me entendem. O escrito nas doze linhas deste parágrafo vale " tim-tim-por tim-tim" para a Saúde Pública.
Que democracia é esta, gente, se a República tem "castas"?
"Na buena" -- e como diria o ex-professor que tem "um pé na cozinha", a "ladainha da democracia" não passa de rematado "nhém-nhém-nhém". O "buraco" da Democracia é muito mais embaixo.
Saudações guanabarinas e rubro-negras...
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